A alma caída ao chão, entorpecida, clamava por compaixão;
Suplicava a mãe-vida, desvendar os segredos do coração;
Desnorteada, buscava em seus suspiros, o entendimento;
Demonstrava, em seu coração sangrando, o seu sentimento.
Vida! Oh Mãe de todos os corajosos que insistem em saber;
Fortes guerreiros, homens e mulheres, que buscam conhecer;
Da fonte da vida, recolhem os segredos ocultos da humanidade;
No coração de cada um, simples e calma, a esperada felicidade.